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Em sua terceira participação na Casa Cor, Flavia uniu o contemporâneo e o vintage, ressaltou a identidade do design brasileiro e criou um ambiente luxuoso, delicado, acolhedor e moderno. Em tons neutros e sóbrios o ‘Living do colecionador brasileiro’ está entre os principais destaques da mostra, que este ano vem com a proposta minimalista, a brasilidade e a sustentabilidade.

Neste projeto, a arquiteta se propôs a destacar a história do mobiliário moderno no Brasil que é desenhado e produzido desde a década de 50 e que é reconhecido internacionalmente. “A inspiração foi criar um ambiente com forte caráter brasileiro e com linguagem universal. Uma brasilidade heterogênea e nada óbvia”, afirma Flávia.Flavia Gerab_ Fotos Caio Amaral_2015__MG_3683_1 RM

A ideia foi projetar um espaço usual, aconchegante e inusitado, que resgatasse o passado moveleiro nacional valorizando o glamour dos anos 50.  Para tanto, a profissional selecionou móveis de designers renomados como Joaquim Tenreiro, Sergio Rodrigues, Carlo Hauner, Martin Eisler, Gregori Warchavchic e Oscar Niemeyer.Flavia Gerab_ Fotos Caio Amaral_2015__MG_3693_1 corte

Prestigiando também o nosso design atual, Flávia garimpou peças do Estúdio Nada Se Leva, dos designers André Bastos e Guilherme Leite Ribeiro, representado pela Firma Casa. Esta curadoria especial na decoração do ambiente transmite naturalmente a concepção do “receber bem”.

Flavia Gerab_ Fotos Caio Amaral_2015__MG_3706_1

A versatilidade e variedade de materiais e texturas, a escolha por alternativas sustentáveis também são prioridades da arquiteta neste projeto. Materiais naturais como a palha de seda no painel, a seda de bambu do tapete e os revestimentos em camurça, couro, linho e algodão dos móveis, fazem parte desta escolha. Enfatizando a proposta de “receber bem” com sustentabilidade, o espaço conta com ainda duas lareiras ecológicas Construflama, que utilizam álcool de cereais, formando um único conjunto horizontal,  são  práticas e seguras e não poluem o ambiente, o acabamento em de mármore Bronze Fiorino, foi executado pela  Montblanc .

As paredes, em cimento queimado à base de portland fazem referência à Escola Paulista de arquitetura e todo movimento brutalista brasileiro.

 

Fotos Caio Amaral.

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